24/07/09

Parabens

Para Mim!!!!

16/07/09

Wishlist

Bem, os meus anos aproximam-se a passos largos. É já no dia 24, e visto não ter nada que fazer da vida, vou fazer uma wishlist, ou lá como estas coisas se chamam.

Livros:

-> Saga, por Conor Kostic, apenas disponível em inglês
-> Mar de Ferro, por George R. R. Martin, em principio nessa altura já saiu
-> Livros apartir do três do Jordan
-> Bartimaeus dois e três, por Jonathan Stroud
-> Qualquer outro livro pelo mesmo autor, nomeadamente Heroes of the Vally
-> A manga do trigun e trigun maximum em inglês, tenho-a em e-book, mas não é a mesma coisa
-> Se encontrarem qualquer coisa do Guy Gavriel Kay (excepto os leões de al-rassan) também pode ser, assim como Mervyn Peake (excepto Titus, Herdeiro de Gormenghast)

Canetas:

[1x]: Pilot G3
[1x]: Faber-Castell Gripmatic
[1x]: Uniball Signo
[1x]: Pentel ColorTwin
[2x]: Pilot G2
[2x]: Papermate Profiles

Em portugal só consigo encontrar as Pilot G2, as outras são compráveis a partir deste site.

Cartas:

Estas são mais do que muitas xD

começando por edições:

Pacotes de 75/bosters de qualquer uma delas,

Decks:
Rats' Nest, da edição betrayers of kamigawa
Life Drain, Eventide
Code of the Orzhov, edição Guildpact
Rebels Unite, Future Sight

Cartas a vulso( compráveis em algumas lojas, ou a partir daqui ou daqui)

Hold the line
Nezumi Graverobber
Throat Slitter
Dark Ritual
Cradle of Vitality
Deathgreeter
Lich's Mirror
Quietus Spike
Darklit Gargoyle
Mark of Asylum
Martial Coup
Sigil of the Empty Throne
True Believer

Estes dois ultimos são especialmente importantes:
Liliana Vess
Mine Excavation

Informaticas e afins:

Computador Portatil
Colunas decentes para computador
Mp4 ou Ipod ou lá como estas coisas agora se chamam
Fones
Disco Externo

30/06/09

Receitas:

Olhem, vou fazer um pouco de serviço publico e publicar uma receita, se bem que eu não goste (eu e o bacalhau não somos grandes amigos)como tal, aqui vai:

Punheta de bacalhau:

INGREDIENTES:
600g de Bacalhau Desfiado Dessalgado
( ou 500g de Bacalhau Desfiado Salgado e Seco )
3 cebolas grandes bem picadas
azeite extra-virgem
pitada de pimenta
pitada de noz moscada
vinagre
Salada de agrião
150g de azeitonas verdes

MODO DE PREPARAR:
( Se o bacalhau é salgado e seco, deve antes ser dessalgado conforme as instruções. )
Deitar o bacalhau desfiado dessalgado (cru) em uma travessa. Com um pano limpo, envolver o bacalhau e fazer movimentos para a frente e para trás, para ficar bem desfiado.
Picar bem as cebolas. Misturar com o bacalhau desfiado, com movimentos fortes dos punhos e colocar uma pitada de pimenta e de noz moscada. Regar com azeite extra-virgem português e umas gotas de vinagre. Servir frio acompanhado de salada de agrião e azeitonas.


A receita foi retira deste Site

26/05/09

Até porque, o prometido é devido (a ténia vem mais logo)

Este post vai ser um relato, baseado em factos verídicos e escritos na primeira pessoa.

Hoje (este "hoje" coincide com a data do post) à tarde, por motivos que só a mim me dizem respeito (na verdade dizem respeito a mais um par de pessoas, mas isso são pormenores), fui à procura de bolas. Eu tinha uma ideia muito bem definida daquilo que queria; com tamanho para ser completamente envolvidas pela mão sem esforço, maciças e se nenhum pelo. Visto que tinha características muito especificas em mente, dirigi-me a uma loja da especialidade.

Esta situava-se num complexo comercial e estava muito bem fornecida quer de bolas, quer de instrumentos para brincar com estas, assim como de itens de outra natureza. Chegando à secção dos referidos objectos, deparei-me com um enorme variedade à escolha; peludas, sem pelo, grandes, pequenas e cobertas com diversos materiais. Como aquelas que eu procurava eram a modos que pequenas, aproximei-me da prateleira. Deparei-me imediatamente com umas bolas com todas as características, pelo menos à vista desarmada. Mas quando lhes pequei- desilusão - eram ocas. Obviamente que assim não me serviam para nada, para que raio é que servem bolas vazias? Como tal continuei. Vi bolas que nem com as duas mão conseguia envolver, tal era o seu tamanho, bolas que mais pareciam ovos, bolas com tanto pelo que nem se conseguia ver a bola em si e uma pessoa.

A pessoa estava a arrumar sapatilhas. Por momentos reflecti se devia perguntar-lhe se aia onde podia encontrar as bolas que queria, mas como não sou muito dado a perguntar coisas a pessoas, e como já tinha visto tudo o que a loja oferecia (ou pelo menos assim pensava), deixei a senhora com as sapatilhas e saí. Visto que a loja especializada não tinha aquilo que eu precisava, experimentei a ir a uma loja mais geral. Lá fui eu e tal, chegando à loja, mais uma vez me deparo com aquelas bolas que ao longe são boas, mas que estão vazias. Por acaso calhou que apareceu um senhor que trabalhava na loja e que tinha ar de quem percebia do assunto, por isso lá perguntei ao homem onde é que se arranjavam bolas de qualidade. Ele respondeu-me que naquela loja não, mas que fosse à loja do lado, que comercializava artigos desse género, que eles deviam ter.

Visto isto, lá voltei eu para a loja especializada. Olhei para a secção das bolas, a ver se me tinha escapado alguma coisa. Reparei, coisa que não tinha visto da primeira vez, que também tinha lá varas, para um jogo em que o objectivo era meter as bolas nos buracos, algo terrivelmente complicado e para o qual não tenho jeito nenhum. Continuando, vi outra vez aquelas bolhas peludas e de cores berrantes, e, desta vez olhei também para os acessórios que serviam para brincar com elas. No papel que envolvia os objectos (finos na base e largos na ponta, acho que se chamam raquetes), podia ver-se pessoas suadas e que clamavam que eram prós no mundo do Ténis porque utilizavam aquele instrumento para bater nas bolas. Mais uma vez deparei-me com a senhora das sapatilhas, desta vez estava a discutir alegremente com outra senhora quais seriam as melhores para uns pés de bebé. Como já estava a ficar com pressa, decidi interromper a conversa e perguntar-lhe onde poderia encontrar as bolas que eu queria. Ela disse-me que pedisse na recepção, que era lá que eles as guardavam.

Sentindo-me bastante parvo, lá fui eu por-me na bixa para pagar, e chegando à minha vez perguntei pelas referidas à senhora da caixa. Esta olhou para mim a modos que espantada, e perguntou-me se eu só queria as bolas, ou se também queria a mesa. Eu respondi-lhe que só as bolas bastavam e pedi 3.

Depois foi o regresso a casa, como esta era longe, fui brincando com as bolas pelo caminho. Elas estavam muito bem acondicionadas, dentro de um saco, mas de tanto andar com elas aos saltos, de repente, e vindo do nada, vi-me com as bolas de fora. Lá estava eu no meio da rua, com as bolas na mão. Felizmente não estava ninguém por perto, e as bolas não caíram, sendo que as agarrei antes que elas fugissem. Admoestei-me mentalmente por estar a brincar com bolas que não eram minhas, voltei a po-las no saco, dei-lhe uma volta e torci-o e continuei o meu caminho. É claro que, pelo caminho, não me consegui conter e comecei outra vez a fazer as bolas saltar.


FIM. Por algum motivo sinto a minha auto-imagem a morrer. Dou um prémio a quem conseguir descobrir quais eram as bolas que eu queria. O Kiko e a Ana não podem responder. O Lopes também não pode.

11/05/09

Prendas

Todos já passámos por aquele momento em que temos uma festa de anos, ou um qualquer evento que envolva prendas, mas por algum motivo não temos a mínima ideia do que oferecer e já está mesmo em cima da hora. Como tal deixo-vos aqui uma sugestão de uma prenda que qualquer um pode fazer (ou quase).... A forma como se faz e a reacção das pessoas foram gravadas em forma de musica, que tem com co-participante o Timberlake:

23/04/09

Postas de Pescada - Máquinas de lavar

As maquinas de lavar loiça têm como função fazer o mesmo trabalho do lavador de pratos, mas com menos "esfrega-esfrega" e mais lubrificante. Todos sabemos que os lavadores de pratos de tanto esfregarem ganhavam outras capacidades como por exemplo, um jeito especial para massajar ou para limpar moveis. As máquinas de lavar, alem de terem morto este emprego, tornam a lavagem de loiça muito menos carinhosa, destruindo assim a relação entre a loiça e o lavador. Agora é só por tudo lá para dentro à bruta (ou não tanto, que a loiça é frágil), carregar no botão e esperar que o trabalho se faça por si mesmo. É claro que as coisas não acontecem exactamente assim e que o trabalho fica sempre com imperfeições. Há sítios que são negligenciados, pontos recônditos que precisam de tratamento personalizado e que lhes dêem atenção só para eles.

A máquina de lavar roupa tem mais alguns pontos bons que a máquina de lavar loiça, pois o acto de passar o sabão, esfregar, etc fazia as lavadeiras ficarem com as mãos mãos ásperas e desagradáveis. Visto que agora já não é preciso fazer isso, podemos desfrutar de lavadeiras com mãos muito mais suaves. A lavagem mecânica tem no entanto as desvantagens especificas. Agora têm que separar as roupas, bancas para um lado, pretas para o outro, deixou de haver misturas como se antigamente. E não se pode esquecer que mesmo depois do trabalho estar feito a roupa precisa que lhe dêem atenção e carinho; que a estiquem e ponham secar, que a passem a ferro para tirar possíveis marcas e que a arrumem para uso futuro. No entanto todas estas desvantagens são praticamente anuladas, pois quando se fala da máquina de lavar roupa, a maravilha final é a própria máquina. Ao que parece, existem pessoas que lhe uma outra tarefa, a de "acessório lúdico"para gente crescida.


*Eu sei que o post está muito fraquinho, mas não há muito que possa fazer quanto a isso*

01/04/09

Save The Murlocs

O post que se segue tem como objectivo sensibilizar as pessoas para um problema dos nosso dias que é conhecido por poucos devido a pressões feitas a nível dos média.

"Save The Murlocs" tem como objectivo salvar uma espécie exótica em perigo, devido à chacina da qual é alvo. Sendo das espécies mais peculiares que se conhecem, os "Murlocs" (os seres são de origem americana, e o nome não tem tradução ainda para português) apresentam características únicas. São anfíbios para os quais a diferença noite/dia parece ter pouca importância, pois é possível encontrar destes animais activo nas duas metades do dia. São quadrupes, mas quando em fuga assumem postura bipede. A apresentam curiosas "deformações" ao nível das costelas, fazendo com que parte destas pareça projectar-se para forma do corpo. A pele é de cores vivas, e são também a única espécie conhecida de anfíbios de água salgada. Isto leva os especialistas a crer que estes seres são deveras antigos. São quase tão inteligentes como mamíferos, e vivem em comunidades de 20 a 50 indivíduos. Habitam zonas próximas da praia, e moldam o habitat que os rodeia, sendo que se pode observar construções rudimentares em alguns casos que servem como abrigo aos elementos. O regime alimentar é à base de peixe, mas por vezes é possível encontrar populações que também comam carne, nomeadamente as que vivem mais afastadas do mar.

Foram descobertos à relativamente pouco tempo o que seria de estranhar, não fosse o facto de que, ao que parece, eles anteriormente passarem muito mais tempos em mar do que em terra firme, e quando vinham a esta, era em zonas de falésias de difícil acesso. Talvez a sua inteligência rudimentar os tenha salvo de serem pescados, ou, devido à sua longa existência tenham aprendido a evitar os dispositivos de pesca humana. Há que notar que o homem começou a exercer esta actividade no mar após a fase de caçador-recolector, e que temos poucos testemunhos desta época, pois foi uma altura de transição, na qual o homem fundou aldeias, e por isso deixou de marcar as cavernas com cenas de caça. É por isso que cientistas acreditam que talvez tenha sido durante esta época que os Murlocs tenham prendido a evitar os diferentes dispositivos de pesca humanos, sendo que posteriormente, devido à sua inteligência tenham acompanhado evolução destes. O motivo pelo qual apenas há tão pouco tempo ele tenham saído das águas do mar por períodos tão longos permanece um mistério, se bem que o aquecimento global seja apontado como causa provável. Terem saído da água há tão pouco tempo também pode explicar o motivo pelo qual vivem em grupos pequenos. Visto que são relativamente grandes (chegam aproximadamente à cintura de um homem quando adultos) não podiam viver em cardumes de grandes dimensões, pois encontrar alimento tornar-se-ia difícil.

Tão exóticas criaturas obviamente que atraíram o olhar humano. Quando forma descobertos primeiro, ouve quem tentasse fazer deles animais de estimação, mas a sua agressividade natural, combinada com a sua inteligência, tornaram-no impossível. Por outro lado, este dois factores tornam-nos das espécies que ao que parece dá mais prazer caçar. Caça-los, no entanto, pode ser perigoso se não forem tomadas as devidas precauções. Visto que são seres gregários, se algum dele for caçado num local onde outros estejam próximos existem grandes probabilidades de outros da sua espécie virem prestar-lhe auxilio.

Concluindo, os Murlocs são espécies fascinantes que deveriam contar com todo o nosso apoio, e a comunidade internacional devia tomar posição, caso contrario pode perder-se uma espécie que nos podia dar informações muito importantes sobre o passado.

O site da petição para salvar os murlocs (não custa nada assinar, e é a melhor maneira de contribuir para esta causa): aqui

O site oficial da iniciativa: e aqui